"Talvez o erro seja eu. Não iria me surpreender se for. Devo ser a pessoa errada também. Eu definitivamente não nasci para acertar. Eu não sei o certo, nem tenho certeza do que farei. Mas arrisco, e sempre sai assim, tudo torto." (forlandivar)

“Agora a saudade me deu um pé na bunda e disse: “Vai na frente, tô cansada de enfrentar tudo por você.” Levou bronca daquele que se foi por ter chegado atrasada demais. Eu fiquei sentada no sofá, vendo TV e tomando café, até que 3 dias depois após ele ter ido embora ela bateu na minha porta. Meio sem jeito, acanhada, pediu pra entrar. Foi educada, limpou os sapatos e me deu bom dia. Usava um vestido florido, fita rosa no cabelo e um perfume de canela. Ofereci um café, ela recusou. Perguntei se queria bolachas, mas também não aceitou. Pensei que talvez quisesse se sentar, mas antes que eu pudesse perguntar logo pediu então pra entrar no meu peito. Aí quem ficou sem jeito fui eu. Sem saber o que responder, timidamente o abri aos poucos… Ela era grande demais, ficou apertado aqui dentro, mas por fim coube. Dali ela fez morada permanente, já que o bendito que se foi nunca mais voltou. De vez em nunca chegava algumas cartas no correio, ele telefonou algumas vezes, no começo ainda parecia se importar, mesmo que pouco fosse. Numa das ligações eu disse que a saudade já havia chegado, ele pediu que eu a acolhesse bem, respondi que era o que eu estava fazendo, mas que queria que em vez dela no meu peito fosse somente ele. Nessa hora ele se calou, só podia se ouvir a respiração, um pouco ofegante em meio a algumas lágrimas que caíam dos seus olhos. Eu não estava vendo, mas podia sentir. Ele não precisava falar pra eu conseguir ouvir. (…) De manhã era a saudade me acordava, o meu almoço muitas vezes era ela que fazia, no banho sempre me ajudava, a noite contava algumas histórias pra me ver dormir. Mãezona ela se tornou. Já eu filha carente, sempre tão dependente de uma mãe que nem ao menos me pariu. Eu que sempre tendo eu mesma me sentia só hoje me sinto completa. Obviamente não por aquele que se foi e nem por todos os outros que chegaram. Apenas pela saudade. Com as indas e vindas de tantos, dentre todos eles foi a única que permaneceu.” — Luana Rabello, ac(alma)

Agora a saudade me deu um pé na bunda e disse: “Vai na frente, tô cansada de enfrentar tudo por você.” Levou bronca daquele que se foi por ter chegado atrasada demais. Eu fiquei sentada no sofá, vendo TV e tomando café, até que 3 dias depois após ele ter ido embora ela bateu na minha porta. Meio sem jeito, acanhada, pediu pra entrar. Foi educada, limpou os sapatos e me deu bom dia. Usava um vestido florido, fita rosa no cabelo e um perfume de canela. Ofereci um café, ela recusou. Perguntei se queria bolachas, mas também não aceitou. Pensei que talvez quisesse se sentar, mas antes que eu pudesse perguntar logo pediu então pra entrar no meu peito. Aí quem ficou sem jeito fui eu. Sem saber o que responder, timidamente o abri aos poucos… Ela era grande demais, ficou apertado aqui dentro, mas por fim coube. Dali ela fez morada permanente, já que o bendito que se foi nunca mais voltou. De vez em nunca chegava algumas cartas no correio, ele telefonou algumas vezes, no começo ainda parecia se importar, mesmo que pouco fosse. Numa das ligações eu disse que a saudade já havia chegado, ele pediu que eu a acolhesse bem, respondi que era o que eu estava fazendo, mas que queria que em vez dela no meu peito fosse somente ele. Nessa hora ele se calou, só podia se ouvir a respiração, um pouco ofegante em meio a algumas lágrimas que caíam dos seus olhos. Eu não estava vendo, mas podia sentir. Ele não precisava falar pra eu conseguir ouvir. (…) De manhã era a saudade me acordava, o meu almoço muitas vezes era ela que fazia, no banho sempre me ajudava, a noite contava algumas histórias pra me ver dormir. Mãezona ela se tornou. Já eu filha carente, sempre tão dependente de uma mãe que nem ao menos me pariu. Eu que sempre tendo eu mesma me sentia só hoje me sinto completa. Obviamente não por aquele que se foi e nem por todos os outros que chegaram. Apenas pela saudade. Com as indas e vindas de tantos, dentre todos eles foi a única que permaneceu.” — Luana Rabello, ac(alma)

Eu preciso ver o seu sorriso, só isso.
"Eu pensei em milhões de coisas, em milhares de falas e em centenas de respostas que talvez colocassem pra fora tudo que eu tinha pra expressar. Mas meu cérebro gritou um pensamento que venceu de todos os outros: “Ignore, algumas coisas não merecem o movimento dos teus lábios." João Pedro Bueno (sabedorias)
"As vezes no silêncio da noite, eu fico imaginando nós dois [..] " (Caetano Veloso (via vivervivendo)
"[…] então eu vi que ficar triste pelos cantos não era a melhor solução; comecei a sorrir e repetir - e repetir que tudo ia se resolver; quem sabe não daria certo. Acreditava. E comecei a ver que felicidade só depende de mim pra acontecer." vivervivendo  (via vivervivendo)
seuprincipe:

Eu queria te esquecer… Queria que você sumisse da minha mente, do meu coração, do meu pensamento, de mim. Aliás, você foi embora, foi e não quis voltar. Prometi pra mim mesmo que jogaria nossas fotos fora. Mas me diz, o que fazer uma porra dessas iria adiantar? Eu não iria te esquecer, de qualquer jeito. O que iria mudar é que não teria mais nossas fotos… Mas os momentos, os quais as tiramos, estariam sempre registrados na minha mente. E ainda estão. Não consigo parar de pensar nenhum minuto em você. E em uma hora dessas, você deve estar chamando outra pessoa de amor, bebê; Você deve estar com uma pessoa que te faça feliz. Alguém capaz de te fazer feliz mais do que eu fiz. Espera, eu te fiz feliz? Nunca lhe ouvi dizer isso… Fazer feliz e fazer sorrir, é diferente. Lembro das suas palavras, do seu jeito. Lembro como você sorria. Mas não era feliz. Não comigo. Talvez fosse teu plano, me deixar sorrindo que nem um idiota por achar que você está feliz, e por fim, você acabar indo embora. Sei que você lembra, sei que você me entende. Não posso voltar, não posso apagar meus erros, não tenho chance de tentar refazer as coisas…. Mas me perdoe se fui insuficiente. Dei sempre o melhor de mim pra você. A minha melhor parte -ou pelo menos a que eu achava que era, se é que tenho uma melhor parte-. Eu me dediquei o máximo que pude, e que não pude à você. Quero que entenda isso. E que saiba que, por mais que você diga que ama outro, por mais que você dê carinho a outro, sei que a pessoa que você realmente queria que estivesse no lugar deste ‘outro’ sou eu. Mas eu te compreendo. Você tem medo, medo de se machucar comigo. Não posso concertar as burradas que fiz, então só te peço perdão. Me perdoa, meu amor? (seupríncipe)

seuprincipe:

Eu queria te esquecer… Queria que você sumisse da minha mente, do meu coração, do meu pensamento, de mim. Aliás, você foi embora, foi e não quis voltar. Prometi pra mim mesmo que jogaria nossas fotos fora. Mas me diz, o que fazer uma porra dessas iria adiantar? Eu não iria te esquecer, de qualquer jeito. O que iria mudar é que não teria mais nossas fotos… Mas os momentos, os quais as tiramos, estariam sempre registrados na minha mente. E ainda estão. Não consigo parar de pensar nenhum minuto em você. E em uma hora dessas, você deve estar chamando outra pessoa de amor, bebê; Você deve estar com uma pessoa que te faça feliz. Alguém capaz de te fazer feliz mais do que eu fiz. Espera, eu te fiz feliz? Nunca lhe ouvi dizer isso… Fazer feliz e fazer sorrir, é diferente. Lembro das suas palavras, do seu jeito. Lembro como você sorria. Mas não era feliz. Não comigo. Talvez fosse teu plano, me deixar sorrindo que nem um idiota por achar que você está feliz, e por fim, você acabar indo embora. Sei que você lembra, sei que você me entende. Não posso voltar, não posso apagar meus erros, não tenho chance de tentar refazer as coisas…. Mas me perdoe se fui insuficiente. Dei sempre o melhor de mim pra você. A minha melhor parte -ou pelo menos a que eu achava que era, se é que tenho uma melhor parte-. Eu me dediquei o máximo que pude, e que não pude à você. Quero que entenda isso. E que saiba que, por mais que você diga que ama outro, por mais que você dê carinho a outro, sei que a pessoa que você realmente queria que estivesse no lugar deste ‘outro’ sou eu. Mas eu te compreendo. Você tem medo, medo de se machucar comigo. Não posso concertar as burradas que fiz, então só te peço perdão. Me perdoa, meu amor? (seupríncipe)


Amigo: — Cara, você se arrependeu de ter terminado com ela?
Ele: — Olha pra mim, você acha que eu me arrependi? Eu saia sexta e só voltava segunda de manhã pra trabalhar. Eu peguei a mãe, a filha, a prima, a tia e só não peguei a vó da vizinha, porque ela tinha hemorroida. Eu tinha cortesia pra entrar nas melhores baladas. Eu esnobei as garotas que todos os homens queriam pegar. Transei de segunda à sábado, e domingo eu via futebol. Detalhe, sem ninguém me chamando pra ir ver a porra do casal feliz no Faustão ou sei lá o que. Me mandavam mensagens o dia todo e se você perguntar se eu li alguma eu vou te dizer que não. Eu podia ver filme pornô, levar a guria que eu quisesse pra minha cama e depois chamar o taxi pra ela ir embora pra eu não precisar gastar gasolina, porque convenhamos, tá cara pra caralho. Eu era o que elas queriam de qualquer jeito. E eu, queria todas de qualquer jeito, mas só um pouquinho cada uma. Chamava todas de bê, pra não errar o nome de nenhuma. E por que diabos elas achavam que isso era fofo? Eu ia pra academia as três das tarde e voltava as oito da noite. Tenho uma coleção de calcinha perdida na última gaveta da minha estante. Eu saia na rua com o som alto no carro e podia escolher a dedo, quero essa, depois essa e mais tarde, essa. Na minha geladeira nunca tinha uma caixa de cerveja, eram no minimo quatro. Eu não devia nada pra ninguém. A única guria que me cobrava alguma coisa, era minha mãe. Me cobrava minha cueca lavada e só. Não tinha que ir no cinema ver as comédias românticas e falar “own amor, eu faria o mesmo por você”. Não tinha que deixar de ir pra balada pra fazer um lanchinho em família. Não precisava me preocupar em horário e olhava pra quem eu queria na rua. Minha casa tinha festa toda quarta. Camisinha aqui tinha do Bob Esponja até das Três espiãs demais. E eu ainda dava de brinde um moranguinho pra cada garota. Meu trampo era sentado na frente do computador. Peguei tua irmã cara. A amiga dela. A Carolzinha filha do Prefeito da cidade. A Jú filha do gerente do banco. Loira, morena, ruiva, que gostava de pagode até a que gostava de gospel. Eu tinha o mundo na minha mão. E você me pergunta se eu me arrependi? Me arrependi caralho. Porque toda essa porra de vida perfeita nesses 9 meses que fiquei sem ela não teve valor nenhum depois que eu vi ela sorrindo de um jeito que nunca sorriu pra mim, pra um outro cara aí. Pra um vagabundo desgraçado que vai fazer ela feliz, porque eu, eu não fiz ela feliz e ainda mandei a melhor coisa que eu tinha na vida me esquecer. E sabe o que é pior? Ela me obedeceu. (p.s)

Amigo: — Cara, você se arrependeu de ter terminado com ela?

Ele: — Olha pra mim, você acha que eu me arrependi? Eu saia sexta e só voltava segunda de manhã pra trabalhar. Eu peguei a mãe, a filha, a prima, a tia e só não peguei a vó da vizinha, porque ela tinha hemorroida. Eu tinha cortesia pra entrar nas melhores baladas. Eu esnobei as garotas que todos os homens queriam pegar. Transei de segunda à sábado, e domingo eu via futebol. Detalhe, sem ninguém me chamando pra ir ver a porra do casal feliz no Faustão ou sei lá o que. Me mandavam mensagens o dia todo e se você perguntar se eu li alguma eu vou te dizer que não. Eu podia ver filme pornô, levar a guria que eu quisesse pra minha cama e depois chamar o taxi pra ela ir embora pra eu não precisar gastar gasolina, porque convenhamos, tá cara pra caralho. Eu era o que elas queriam de qualquer jeito. E eu, queria todas de qualquer jeito, mas só um pouquinho cada uma. Chamava todas de bê, pra não errar o nome de nenhuma. E por que diabos elas achavam que isso era fofo? Eu ia pra academia as três das tarde e voltava as oito da noite. Tenho uma coleção de calcinha perdida na última gaveta da minha estante. Eu saia na rua com o som alto no carro e podia escolher a dedo, quero essa, depois essa e mais tarde, essa. Na minha geladeira nunca tinha uma caixa de cerveja, eram no minimo quatro. Eu não devia nada pra ninguém. A única guria que me cobrava alguma coisa, era minha mãe. Me cobrava minha cueca lavada e só. Não tinha que ir no cinema ver as comédias românticas e falar “own amor, eu faria o mesmo por você”. Não tinha que deixar de ir pra balada pra fazer um lanchinho em família. Não precisava me preocupar em horário e olhava pra quem eu queria na rua. Minha casa tinha festa toda quarta. Camisinha aqui tinha do Bob Esponja até das Três espiãs demais. E eu ainda dava de brinde um moranguinho pra cada garota. Meu trampo era sentado na frente do computador. Peguei tua irmã cara. A amiga dela. A Carolzinha filha do Prefeito da cidade. A Jú filha do gerente do banco. Loira, morena, ruiva, que gostava de pagode até a que gostava de gospel. Eu tinha o mundo na minha mão. E você me pergunta se eu me arrependi? Me arrependi caralho. Porque toda essa porra de vida perfeita nesses 9 meses que fiquei sem ela não teve valor nenhum depois que eu vi ela sorrindo de um jeito que nunca sorriu pra mim, pra um outro cara aí. Pra um vagabundo desgraçado que vai fazer ela feliz, porque eu, eu não fiz ela feliz e ainda mandei a melhor coisa que eu tinha na vida me esquecer. E sabe o que é pior? Ela me obedeceu. (p.s)

"A vida é muito curta para se importar com tudo…" Jhonatan  (via vivervivendo)

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